Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica encerra ciclo com 777 novos especialistas e abre 4º ciclo formativo
O Curso de Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica lato sensu ganhou uma nova etapa após a realização do III Seminário de Educação Especial e Inovação Tecnológica no dia 5 de setembro. O evento, que reuniu 200 pessoas presencialmente e mais de 2.000 pessoas remotamente, marcou o encerramento da 3ª turma e o início das atividades do 4º ciclo formativo que é fruto de uma parceria desenvolvida pela parceria desenvolvida pela Coordenadoria de Educação a Distância (CEaD/UFRRJ), como ação de extensão da Pró-Reitoria de Extensão (Proext/UFRRJ) através da Escola de Extensão, e a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (SECTI) por meio da Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação Cecierj).

O encontro, voltado à qualificação e ao aprimoramento pedagógico na área da educação inclusiva, foi realizado no campus de Nova Iguaçu da Rural e reuniu gestores, professores da educação básica e pesquisadores para celebrar a formação de 777 novos especialistas; além de formalizar a ampliação do programa no estado do Rio de Janeiro.
A mesa foi composta pela vice-presidente da Fundação Cecierj, Heloísa Cunha Furtado; pela coordenadora da CEaD/UFRRJ, Gabriela Rizo; pelas superintendentes de Desenvolvimento de Pessoas e de Educação Especial da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC/RJ), Luana Atanazio de Moraes e Camila Thaís Rezende; pelo coordenador do Curso de Licenciatura em Educação Especial na modalidade EAD, Nikolas Bigler de Azevedo; e pela coordenadora do Curso de Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica lato sensu, Márcia Pletsch.
Márcia Pletsch explica que um dos grandes diferenciais do curso é a adoção de metodologias com acompanhamento semanal dos estudantes em atividades online, aulas públicas, atividades assíncronas, entre outras iniciativas pedagógicas que favorecem a formação em serviço. “Tudo isso acaba favorecendo que nossa metodologia seja interativa, de qualidade com acessibilidade e inclusão – e a alta demanda reflete o impacto do nosso projeto. Para a 4ª turma, tivemos 3.692 inscritos para 1.700 vagas disponíveis”.

Trabalhos reconhecidos
O impacto formativo celebrado no evento refletiu-se também na produção acadêmica dos concluintes. Um dos diferenciais do 3º ciclo foi a renovação no formato dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) com o desenvolvimento de produtos e objetos educacionais aplicados à rotina escolar. “O resultado foi impressionante: tivemos 298 Trabalhos elaborados em grupos ou duplas – 20 indicados para premiação dos melhores TCCs e 10 foram premiados. Temas como Gamificação, Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) e Acessibilidade foram alguns dos destaques nos trabalhos”, aponta.
Os resultados foram reunidos em um conjunto de artigos publicados na edição especial “EaD com qualidade, inclusão e acessibilidade”, da revista EaD em Foco (v. 15, n. 2, 2025).
Homenagem póstuma
Uma homenagem póstuma à aluna Giulia Silva de Araújo, falecida dias antes da cerimônia, também marcou o evento. A irmã da discente, Fabiana, subiu ao palco para receber a certificação de premiação concedida ao trabalho de conclusão de curso desenvolvido pelo grupo de Júlia, intitulado “República em Cartas: Jogo Tátil Acessível para o Ensino da Primeira República”.
Texto e imagens: Divulgação CEaD/UFRRJ